DIA: 15 de junho de 2012
HORÁRIO: 19hs
LOCAL: Auditório da Faculdade de Direto da UFC
Rua Meton de Alencar, s/n - Centro - Fortaleza - CE
DIA: 16 de junho de 2012
Visita as comunidades que sofrerão algum impacto pelas obras da Copa do Mundo 2014
Acesse o Blog Interfaces do Morar para maiores informações sobre o evento!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Palestra: “ Ética na relação de trabalho”
A Casa de Filosofia promoverá uma palestra sobre Ética na relação de trabalho.
O evento será realizado no dia 06/06 às 16 horas no Auditório da Pró-Reitoria de Graduação da UFC (Campus do Pici).
Para maiores informações acesse o site: http://www.casa.ufc.br
Fonte: Casa de Filosofia
Inscrições abertas para treinamentos em normalização de trabalhos acadêmicos
A Comissão de Educação de Usuários da
Biblioteca Universitária da UFC ofertará no mês de junho uma série
de treinamentos sobre Normalização de Trabalhos Acadêmicos. O
objetivo destes treinamentos é orientar os alunos que estão
finalizando suas monografias, dissertações e teses, quanto a
padronização de seus trabalhos acadêmicos de acordo com as normas
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Para maiores informações visite o site
http://www.biblioteca.ufc.br
fonte: Biblioteca Universitária
quarta-feira, 23 de maio de 2012
As diversas areas do curso de Economia Doméstica
O currículo mescla disciplinas das áreas biológicas, exatas e humanas, como sociologia, psicologia, química, biologia, matemática e estatística. A partir do segundo ano, o aluno tem matérias específicas, como estudo da família, educação do consumidor, o vestuário no contexto socioeconômico e cultural, nutrição básica, composição de alimentos, economia familiar, puericultura, habitação e higiene. O estágio é obrigatório. Importante: quanto maior for o número de horas de prática profissional, melhores serão as chances de contratação do recém-formado.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Alimentos
Participar de equipes de desenvolvimento de produtos alimentícios, definindo métodos de manipulação, armazenamento e conservação, conferindo critérios nutritivos e de higiene, tempo de validade e peso. Planejar e organizar a preparação de cardápios nutritivos, balanceados e baratos.
Atendimento infantil
Implantar e promover em creches e escolas programas voltados para o desenvolvimento da criança.
Controle de qualidade
Avaliar produtos antes e depois do lançamento pelas indústrias.
Desenvolvimento rural e urbano
Esclarecer famílias e comunidades sobre questões referentes a alimentação, habitação, higiene, vestuário e saúde.
Educação do consumidor
Orientar a compra de bens e serviços, segundo o orçamento e as necessidades do consumidor.
Ensino
Lecionar disciplinas específicas de sua formação (higiene, alimentação, economia) no Ensino Fundamental e Médio. Habitação e planejamento de interiores. Elaborar projetos de moradia para melhor utilização de espaços físicos, levando em conta a ventilação e iluminação e considerando a disponibilidade de recursos econômicos e a preferência do cliente.
Indústria e Comércio
Orientar funcionários sobre questões como melhor uso do salário, ensino formal, higiene e alimentação.
Vestuário
Programar, implantar e acompanhar os processos de corte, modelagem e lavagem de roupas, zelando pelo melhor aproveitamento e pela boa conservação dos tecidos em confecções, hospitais e grandes lavanderias.
domingo, 15 de abril de 2012
SEMINÁRIO "Cidade, Conflitos e Redes Sociais"
Nos dias 19 e 20 de abril de 2012, vai se realizar o Seminário Cidade, Conflitos e Redes Sociais no auditório Luiz de Gonzaga, no Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Ceará. O evento é uma realização do projeto PRONEX ‘Etnografias urbanas: redes, conflitos e lugares’ e vai congregar pesquisadores da Universidade Federal do Ceará, da Universidade Estadual do Ceará e da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Confira o folder virtual com a programação:
http://www.lepec.ufc.br/noticias/seminario-cidade-conflitos-e-redes-sociais-em-abril/
Confira o folder virtual com a programação:
http://www.lepec.ufc.br/noticias/seminario-cidade-conflitos-e-redes-sociais-em-abril/
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Oito dicas para melhorar sua relação com o cônjuge
A autoria é do especialista em relacionamentos Gay Hendricks, fundador do Instituto Hendricks, na Califórnia. Achei coerente!
1. Procure saber exatamente o que o outro quer
O mais cômico nos relacionamentos é: as pessoas, muitas vezes, entram sem uma ideia clara do que querem de um parceiro. Somente depois, quando a chama começa a esfriar, é que pensam em fazer exigências, a sinalizar e a externar raiva, etc. Para melhorar o relacionamento, é preciso reconhecer o que você quer da relação. Hendricks oferece um exercício simples para fazer valer seus desejos mais profundos de amor: estabeleça três pontos imprescindíveis para um relacionamento e para um potencial companheiro, e três características que você não aceitará.
2. Relacionamentos são divertidos! Sério
Esqueça a metáfora de que para manter um relacionamento é necessário "trabalhar duro". Encare a relação como entretenimento. A mudança de pensamento coloca a diversão de volta na casa, e o "trabalho" fica para o escritório.
3. Comprometa-se, totalmente
Toda briga decorre da falta de comprometimento de um ou do outro, ou de ambos na relação. Por isso, até que você esteja totalmente certo de que quer se comprometer na relação, fique de fora. Se você está lutando pela relação, estenda a bandeira branca e comece a ver no seu parceiro um aliado. Vocês têm um objetivo comum: manter o amor vivo.
4. Abra-se
Hendricks exorta os casais a compartilhar seus sentimentos, ao invés de reprimi-los. Então, quando o outro lhe perguntar — o que há de errado? Não caia na armadilha de dizer para "nada" com os dentes cerrados. "Se você está sempre escondendo seus sentimentos, não é um relacionamento real, porque o real não está presente", explica ele.
5. Seja fiel a seus erros
Parceiros inteligentes assumem, perante ao outro, seus erros. "Os casais que realmente permanecem juntos são muito bons em manter seus acordos com o outro", diz Hendricks. Estes acordos cobrem diferentes temas, por exemplo, de prometer a sua mulher que estará em casa a tempo para o jantar. "Você tem que confessar se romper o acordo pré-estabelecido, mesmo que tenha dificuldade em assumir seus erros", diz Hendricks.
6. Não aponte o dedo para o outro, dê as mãos
Se o seu parceiro confessou uma falha, isso não lhe dá o direito de puni-lo incessantemente por sua transgressão. Pelo menos se você quer que o relacionamento perdure. "Um dos maiores problemas em um relacionamento é a culpa. De fato, em muitos estudos a culpa e a crítica crônicas são a razão número um das separações ", diz Hendricks. Como os casais podem parar de jogar o jogo da culpa? Abrir mão de ver-se como "transgressor" ou "vítima". Esse papel, ao contrário do que pode parecer, é um excelente combustível para acabar com a relação. Ao invés disso, sugere Hendricks, o melhor é "assumir a responsabilidade por aquilo que [você] culpa no outro."
7. Diga cinco coisas legais para cada coisa não tão agradável
Se você disser algo negativo para o seu companheiro, certifique-se de equilibrar a balança, dizendo cinco diferentes coisas positivas. Por exemplo, "o jantar foi delicioso","obrigado por lavar o meu carro" ou "você está bonita hoje". A razão de cinco para um não é um número aleatório. Hendricks cita um estudo que descobriu que o bom relacionamento possui cinco elogios para uma apreciação negativa. Considerando que em casais divorciados essa proporção é de um para um. Ou seja, para qualquer coisa positiva há uma observação negativa.
8. O carinho é importante
Parece contra-intuitivo, mas manter a chama acesa demanda uma boa quantidade de afeto não-sexual, como caminhar de mãos dadas, abraçar, colocar o braço sobre o ombro do outro, etc. Segundo Hendricks, a queixa mais comum entre as mulheres é: "ele só me toca quando quer fazer sexo". O que elas estão realmente dizendo é que a afeição não existe mias na relação. Segundo o autor, afeto deve ser encarado como uma conta poupança da intimidade que, ao longo do tempo, pode contribuir para a relação.
Compartilhe conosco sua visão sobre as dicas acima.
1. Procure saber exatamente o que o outro quer
O mais cômico nos relacionamentos é: as pessoas, muitas vezes, entram sem uma ideia clara do que querem de um parceiro. Somente depois, quando a chama começa a esfriar, é que pensam em fazer exigências, a sinalizar e a externar raiva, etc. Para melhorar o relacionamento, é preciso reconhecer o que você quer da relação. Hendricks oferece um exercício simples para fazer valer seus desejos mais profundos de amor: estabeleça três pontos imprescindíveis para um relacionamento e para um potencial companheiro, e três características que você não aceitará.
2. Relacionamentos são divertidos! Sério
Esqueça a metáfora de que para manter um relacionamento é necessário "trabalhar duro". Encare a relação como entretenimento. A mudança de pensamento coloca a diversão de volta na casa, e o "trabalho" fica para o escritório.
3. Comprometa-se, totalmente
Toda briga decorre da falta de comprometimento de um ou do outro, ou de ambos na relação. Por isso, até que você esteja totalmente certo de que quer se comprometer na relação, fique de fora. Se você está lutando pela relação, estenda a bandeira branca e comece a ver no seu parceiro um aliado. Vocês têm um objetivo comum: manter o amor vivo.
4. Abra-se
Hendricks exorta os casais a compartilhar seus sentimentos, ao invés de reprimi-los. Então, quando o outro lhe perguntar — o que há de errado? Não caia na armadilha de dizer para "nada" com os dentes cerrados. "Se você está sempre escondendo seus sentimentos, não é um relacionamento real, porque o real não está presente", explica ele.
5. Seja fiel a seus erros
Parceiros inteligentes assumem, perante ao outro, seus erros. "Os casais que realmente permanecem juntos são muito bons em manter seus acordos com o outro", diz Hendricks. Estes acordos cobrem diferentes temas, por exemplo, de prometer a sua mulher que estará em casa a tempo para o jantar. "Você tem que confessar se romper o acordo pré-estabelecido, mesmo que tenha dificuldade em assumir seus erros", diz Hendricks.
6. Não aponte o dedo para o outro, dê as mãos
Se o seu parceiro confessou uma falha, isso não lhe dá o direito de puni-lo incessantemente por sua transgressão. Pelo menos se você quer que o relacionamento perdure. "Um dos maiores problemas em um relacionamento é a culpa. De fato, em muitos estudos a culpa e a crítica crônicas são a razão número um das separações ", diz Hendricks. Como os casais podem parar de jogar o jogo da culpa? Abrir mão de ver-se como "transgressor" ou "vítima". Esse papel, ao contrário do que pode parecer, é um excelente combustível para acabar com a relação. Ao invés disso, sugere Hendricks, o melhor é "assumir a responsabilidade por aquilo que [você] culpa no outro."
7. Diga cinco coisas legais para cada coisa não tão agradável
Se você disser algo negativo para o seu companheiro, certifique-se de equilibrar a balança, dizendo cinco diferentes coisas positivas. Por exemplo, "o jantar foi delicioso","obrigado por lavar o meu carro" ou "você está bonita hoje". A razão de cinco para um não é um número aleatório. Hendricks cita um estudo que descobriu que o bom relacionamento possui cinco elogios para uma apreciação negativa. Considerando que em casais divorciados essa proporção é de um para um. Ou seja, para qualquer coisa positiva há uma observação negativa.
8. O carinho é importante
Parece contra-intuitivo, mas manter a chama acesa demanda uma boa quantidade de afeto não-sexual, como caminhar de mãos dadas, abraçar, colocar o braço sobre o ombro do outro, etc. Segundo Hendricks, a queixa mais comum entre as mulheres é: "ele só me toca quando quer fazer sexo". O que elas estão realmente dizendo é que a afeição não existe mias na relação. Segundo o autor, afeto deve ser encarado como uma conta poupança da intimidade que, ao longo do tempo, pode contribuir para a relação.
Compartilhe conosco sua visão sobre as dicas acima.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Dúvida do Vestibulando
QUAL É A DIFERENÇA ENTRE ECONOMIA DOMÉSTICA E SERVIÇO SOCIAL?
Essas duas formações têm como objetivo melhorar a qualidade de vida de indivíduos e comunidades, e, por isso, muitas vezes esses profissionais trabalham juntos. A diferença é que Economia Doméstica planeja e executa programas sociais lidando principalmente com famílias, para ensinar e auxiliar na adoção de novos comportamentos nos mais variados setores, como alimentação, habitação e educação do consumidor. O profissional formado em Serviço Social formula e implementa propostas para solucionar questões sociais por meio de políticas sociais públicas, empresariais, de ONGs e de movimentos sociais.
O mercado de trabalho
O mercado está aquecido para o economista doméstico trabalhar em extensão rural, em cooperativas de crédito para pequenos produtores rurais, em empresas privadas e em órgãos públicos. Além disso, há possibilidade de vagas no ramo alimentício, como restaurantes, cozinhas industriais, supermercados, empórios e cafés. A principal atribuição do profissional é conduzir o preparo e a higiene dos alimentos e fiscalizar a qualidade final dos produtos. Ele se responsabiliza também pelo controle das receitas e pela gestão financeira desses estabelecimentos. Outro nicho de oportunidades está em hotelaria hospitalar, para atuar na coordenação de lavanderias. O economista doméstico é requisitado ainda por cooperativas em geral, nas quais trabalha como consultor de investimentos, e por ONGs, para atuar no desenvolvimento de projetos de educação do consumidor, planejamento de renda familiar, comunidades carentes e desenvolvimento humano. "A mídia fala muito em orçamento familiar, por isso tem crescido a procura tanto de particulares como de empresas que querem um profissional para orientar seus funcionários a não se endividarem", explica Ana Lídia Coutinho Galvão, coordenadora do curso de Economia Doméstica da UFV, em Minas Gerais. Na área pública, há oportunidades em secretarias de Saúde, prefeituras e creches, que contratam por meio de concursos. A maioria das vagas se concentra fora das capitais, em estados do Sudeste (Minas Gerais e Rio de Janeiro), Nordeste (Ceará e Pernambuco) e Sul (Paraná).
Salário inicial: R$ 1.654,00 (professores de escolas agrícolas, 24 horas mensais; fonte: Conselho Regional de Economistas Domésticos, CRED II, do Espírito Santo).
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